CSA em 2016: a escalação do time montado por Tenório
Rafael Tenório voltou ao CSA com discurso de resgate e citou 2016 como referência. Relembre a escalação do time montado naquele ano e o contexto da campanha.

Em resumo
Rafael Tenório, aclamado presidente do CSA em 2026, citou a montagem do elenco de 2016 como modelo para o novo trabalho. Segundo o ge, aquele time teve Oliveira Canindé como técnico, venceu o Penedense na estreia e terminou a temporada com vice-campeonato alagoano e acesso na Série D.
O CSA em 2016 teve sua escalação marcada por um elenco montado por Rafael Tenório no fim de 2015, com Oliveira Canindé no comando e Didira como um dos nomes de referência. Segundo o ge, esse time estreou oficialmente no Campeonato Alagoano e depois construiu uma campanha que terminou com vice-campeonato estadual e acesso na Série D.
O contexto da montagem do elenco
A volta de Rafael Tenório à presidência do CSA, em 2026, reacendeu a lembrança do trabalho feito antes da temporada de 2016. O dirigente disse que espera repetir um processo de resgate parecido com o que conduziu no fim de 2015, quando organizou o grupo que disputaria a Série D do ano seguinte.
De acordo com o ge, Oliveira Canindé foi o treinador escolhido para iniciar aquele projeto. Entre os nomes de destaque estava Didira, então vindo do ASA, contratado para ser uma referência técnica e de liderança dentro do elenco azulino.
Esse movimento ajudou a dar forma a um time que começou a temporada com força e rapidamente ganhou protagonismo no cenário estadual e nacional. A estreia oficial mostrou isso na prática.
Como foi a estreia do CSA em 2016
O primeiro jogo oficial do CSA em 2016 foi contra o Penedense, pelo Campeonato Alagoano, em Coruripe. O time venceu por 3 a 0, com gols de Didira, Jean Cléber e Kauhan, e deu início a uma campanha que o levaria ao vice-campeonato alagoano.
A escalação daquele jogo, segundo o ge, foi a seguinte:
- Jeferson
- Ronaldo, depois Rafinha
- Leandro Souza
- Douglas Marques
- Panda
- Jean Cléber
- Choco, depois Sorim
- Didira
- Cleyton, depois Kauhan
- Bismarck
- Rafael Oliveira
A formação mostra um time com base sólida na defesa, meio-campo de boa circulação e nomes decisivos na frente. O resultado na estreia reforçou a expectativa criada em torno do projeto montado por Rafael Tenório.
Didira como peça central do time
Didira teve papel importante no CSA em 2016. O jogador chegou como uma das referências do elenco e participou diretamente da vitória na estreia, ao marcar um dos gols do 3 a 0 sobre o Penedense.
Segundo a reportagem do ge, o atacante foi um nome importante para a equipe naquele ano. Sua presença ajudou a consolidar o modelo de equipe que o clube tentava construir, com mistura de experiência, competitividade e capacidade de decidir jogos.
Além de Didira, outros nomes também se destacaram no início da campanha, como Jean Cléber e Kauhan, que completaram o placar da estreia e ajudaram a dar confiança ao grupo logo no começo da trajetória.
Da campanha estadual ao acesso na Série D
Depois do bom início no Alagoano, o CSA manteve o embalo e também fez uma boa campanha na Série D. O ge lembra que o clube foi vice-campeão da competição e conquistou o acesso ao vencer o Ituano nas quartas de final.
Os resultados foram os seguintes:
- 2 a 1 em São Paulo
- 1 a 0 no Rei Pelé
Essas vitórias foram decisivas para colocar o CSA em outro patamar na temporada. O acesso coroou o trabalho iniciado na montagem do elenco e reforçou a importância daquela base construída por Rafael Tenório.
A lembrança que volta em 2026
Na eleição de 2026, Rafael Tenório foi aclamado presidente do CSA. Ao falar sobre o novo momento, ele disse que espera repetir um trabalho de resgate semelhante ao do fim de 2015, quando estruturou a equipe para 2016.
A comparação com aquele ano faz sentido porque o clube conseguiu transformar uma montagem inicial em resultados concretos dentro de campo. O time começou com uma vitória segura, chegou ao vice-campeonato alagoano e, depois, alcançou o acesso na Série D.
Para o torcedor, lembrar a escalação do CSA em 2016 é também revisitar uma fase em que o clube encontrou organização e competitividade. É um período que segue como referência dentro da história recente azulina.
O que a escalação de 2016 representa para o CSA
Mais do que uma simples lista de nomes, a escalação de 2016 simboliza um modelo de construção de elenco que deu resultado. O grupo foi montado com planejamento, teve um treinador definido desde o início e contou com jogadores que se encaixaram rapidamente na proposta.
Entre os pontos que ajudam a explicar o sucesso daquele time, estão:
- a escolha de Oliveira Canindé para comandar o elenco
- a chegada de Didira como referência técnica
- a boa estreia no Campeonato Alagoano
- a sequência competitiva que levou ao acesso na Série D
Esse conjunto de fatores explica por que o ano de 2016 continua sendo lembrado quando o assunto é reconstrução no CSA.
Perguntas frequentes sobre o CSA em 2016
Quem era o técnico do CSA em 2016?
Oliveira Canindé foi o treinador escolhido para comandar o time montado por Rafael Tenório naquele período.
Qual foi a escalação do primeiro jogo oficial do CSA em 2016?
O time jogou com Jeferson; Ronaldo, Leandro Souza, Douglas Marques e Panda; Jean Cléber, Choco, Didira, Cleyton e Bismarck; Rafael Oliveira.
O CSA subiu de divisão naquela temporada?
Sim. Segundo o ge, o clube foi vice-campeão da Série D e conquistou o acesso após vencer o Ituano nas quartas de final.
Resumo da campanha de 2016
A temporada começou com vitória por 3 a 0 sobre o Penedense, no Campeonato Alagoano, e terminou com o CSA em posição de destaque também na Série D. O elenco montado por Rafael Tenório teve Didira como um dos nomes centrais e deixou uma lembrança positiva para a torcida.
Agora, com o retorno de Tenório à presidência, o clube volta a olhar para aquele projeto como exemplo de organização e resultado dentro de campo.



